Suspeitos são apontados como integrantes de grupo criminoso que continuava atuando mesmo após operações anteriores da polícia

A Polícia Civil do Amazonas prendeu Ronald Sales Ramos Filho, de 21 anos, e Vinicius Miranda Munhoz, de 22, suspeitos de integrar uma organização criminosa investigada por agiotagem, extorsão mediante sequestro e roubos em Manaus.
As prisões foram realizadas no decorrer das investigações conduzidas pelo 1º Distrito Integrado de Polícia (DIP), que apura a atuação de um grupo criminoso envolvido em diferentes modalidades de crimes patrimoniais.
Grupo seguia atuando após operações anteriores
De acordo com a polícia, os suspeitos continuavam praticando atividades criminosas mesmo após as fases anteriores da Operação Tormenta, deflagrada para combater organizações envolvidas em crimes de extorsão e violência.
As investigações apontam que o grupo mantinha suas ações de forma organizada, utilizando ameaças e intimidações para cobrar dívidas oriundas de empréstimos ilegais.
Suspeitos também são investigados por roubos
Além da agiotagem, Ronald e Vinicius também são investigados por participação em roubos registrados em Manaus e em municípios do interior do Amazonas.
Segundo a Polícia Civil, os levantamentos realizados até o momento indicam a possível ligação dos investigados com diversos crimes praticados pelo grupo.
Extorsões envolviam ameaças às vítimas
Conforme a investigação, a organização criminosa utilizava métodos violentos para pressionar pessoas que contraíam empréstimos ilegais.
A polícia apura denúncias de ameaças, intimidações e possíveis episódios de violência empregados para garantir a cobrança das dívidas.
Os suspeitos também são investigados por participação em casos de extorsão mediante sequestro, crime considerado um dos mais graves previstos na legislação penal brasileira.
Investigações continuam
A Polícia Civil informou que as investigações seguem em andamento para identificar outros integrantes da organização criminosa e esclarecer a participação de cada suspeito nas ações investigadas.
Novas diligências não estão descartadas e outras prisões poderão ocorrer conforme o avanço das apurações.

