
Morte aconteceu no dia 15 de janeiro; desde então, o Exército sustentava a alegação deque Otávio teria se matado
Cinco meses após à morte do soldado Wenderson Nunes Otávio, conhecido como Soldado Otávio, com um tiro na cabeça dentro de um alojamento militar no Rio de Janeiro, o Ministério Público concluiu que quem atirou no jovem de 19 anos foi Jonas Gomes Figueira, ex-soldado do 26º Batalhão de Infantaria Paraquedista, como mostrou o Fantástico, da TV Globo, no domingo (29). De acordo com a investigação, Otávio estava sentado, calçando o coturno, enquanto Jonas brincava com uma pistola 9 milímetros. Jonas apontou a arma na direção do colega e atirou, acreditando que o equipamento estivesse descarregado. O MP informa que Jonas responderá por homicídio com circunstâncias agravantes.
Cinco meses após à morte do soldado Wenderson Nunes Otávio, conhecido como Soldado Otávio, com um tiro na cabeça dentro de um alojamento militar no Rio de Janeiro, o Ministério Público concluiu que quem atirou no jovem de 19 anos foi Jonas Gomes Figueira, ex-soldado do 26º Batalhão de Infantaria Paraquedista, como mostrou o Fantástico, da TV Globo, no domingo (29). De acordo com a investigação, Otávio estava sentado, calçando o coturno, enquanto Jonas brincava com uma pistola 9 milímetros. Jonas apontou a arma na direção do colega e atirou, acreditando que o equipamento estivesse descarregado. O MP informa que Jonas responderá por homicídio com circunstâncias agravantes.
Com informações Extra

