Vereador afirma que segue próximo da população enquanto evita compromisso com candidatura

Nesta segunda-feira (3/11), o vereador Sargento Salazar (PL) deixou claro que, por enquanto, seu foco é o mandato de vereador, em meio a especulações de possíveis candidaturas para a corrida eleitoral de 2026. Ao ser questionado, o parlamentar ressaltou que não sabe ainda qual será seu destino político e que prefere deixar essa decisão “nas mãos de Deus”.
“Ser o que Deus quiser que eu seja, né? Eu posso ser estadual, posso ser federal, posso ser senador… o que Deus permitir”, afirmou.
Mesmo questionado novamente sobre intenção concreta de disputar cargos como deputado federal ou senador, Salazar repetiu a tese do limite nas definições pessoais.
“Não tem (3x). Eu espero Deus, ele vai me direcionar pro lugar certo. E eu vou ser o que ele quiser que eu seja”, frisou.
Ao comentar sobre a recepção do eleitorado, Salazar disse perceber nas ruas um diferencial em seu trabalho: uma oposição firme aliada à presença constante junto à população.
“Na realidade, eu creio que o povo não tá acostumado com um político… com essa oposição firme. Eu tô sempre perto da população. Os políticos só vão perto da população próximo da eleição. Desde o começo do meu mandato eu tô na rua, próximo do povo. Tem um diferencial, com toda certeza”, declarou.
Em tom mais pessoal, reconheceu ter certo receio de voar, mas descartou que isso o impeça de cumprir eventuais compromissos em Brasília: “Tens medo de viajar de avião? Procede essa verdade? É verdade, só um pouco… Isso pode comprometer tu ir pra Brasília? Não, Tranquilo.”
Questionado sobre a operação no Rio de Janeiro e enquanto ex-policial, Salazar demonstrou emoção com as mortes de policiais e reafirmou postura de combate à criminalidade.
“Eu só fiquei triste pelas mortes dos policiais, né? Eu fui um dos policiais que mais respondeu processo dentro da Polícia Militar do Estado do Amazonas. É combate. Vagabundo tem que se quebrar, meu irmão”, disse.


