
O vereador Eduardo Assis (Avante), que é faixa marrom no Jiu-Jitsu, afirmou em entrevista recente, que chegou a cogitar desafiar o vereador Sargento Salazar (PL) para um “X1”, uma modalidade de confronto direto, “mano a mano”, popularizada no futebol de várzea e games, focada no duelo entre dois atletas para definir quem é melhor, em tom de ironia diante da postura que atribui ao parlamentar.
A ideia surgiu após sucessivos embates políticos e declarações públicas envolvendo Salazar.
“Outro dia eu já quis chamar o Salazar para a gente fazer uma brincadeira, um X1 só eu e ele tête-à-tête”, afirmou Eduardo Assis.
“Aqui é briga de gente grande. De homem mesmo“, completou.
A fala foi interpretada como uma crítica direta ao comportamento do vereador do PL, frequentemente envolvido em confrontos verbais nas redes sociais e em discussões políticas.
Episódio com Sassá voltou à tona
A declaração também trouxe novamente à lembrança um episódio ocorrido logo após o resultado das eleições municipais de 2024, quando o ex-vereador Sassá da Construção Civil (PT) fez duras críticas a Salazar.
Em um vídeo publicado nas redes sociais, Sassá acusou o parlamentar de usar o cargo de policial militar para ganhar visibilidade política e chamou o vereador de “pilantra”.
Durante o discurso, Sassá afirmou que, mesmo se considerando um trabalhador honesto, acabou derrotado nas urnas enquanto via adversários crescerem politicamente.
Desafio público e recuo
O embate escalou quando Salazar respondeu às críticas chamando Sassá de “mariquinha”. A provocação levou o ex-vereador a lançar um desafio público.
“Já que tu é valente, vamo eu e tu na mão?”, disse Sassá, insinuando que o sargento demonstraria coragem apenas nas redes sociais ou quando está armado.
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Apesar da provocação direta, o confronto nunca aconteceu. O episódio passou a ser usado por críticos para apontar que Salazar recuou diante do desafio — comportamento que adversários políticos classificam como atitude de “arregão”.
Agora, com a declaração de Eduardo Assis, o tema volta ao debate político local, reforçando críticas à postura do vereador do PL e alimentando novos embates nos bastidores da Câmara Municipal de Manaus.

