
Na noite de domingo (1º), Fhillip da Silva Gregório, conhecido como “Professor” e apontado como um dos líderes do Comando Vermelho (CV), foi morto com um tiro na cabeça na zona norte do Rio de Janeiro. Ele chegou sem vida à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Del Castilho, por volta das 21h20.
A companheira de Fhillip, identificada apenas como Gabriela, procurou a delegacia afirmando que ele teria cometido suicídio, chegando a entregar a arma supostamente usada no disparo. No entanto, poucas horas depois, Gabriela foi morta por integrantes da própria facção, em um julgamento do chamado “Tribunal do Crime”.
De acordo com relatos, membros do CV acreditavam que Gabriela teria atirado em “Professor” durante uma briga de casal. A revolta dentro da organização criminosa teria sido agravada pelo fato de Fhillip ter investido cerca de R$ 70 mil em procedimentos estéticos para a companheira, incluindo cirurgias plásticas, implante de silicone, lentes dentárias e harmonização facial — gastos que, segundo os criminosos, tornaram o crime ainda mais inconcebível.
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Agora, todo o caso está sob investigação da Polícia Civil do Rio de Janeiro. Nas redes sociais, a morte de Professor gerou uma onda de homenagens.


