
O influenciador Júlio Balestrini percorreu a Rodovia Transamazônica ao lado do biólogo Richard Rasmussen e outros criadores de conteúdo. Durante a expedição, que iniciou na BR-230 até a BR-319, o grupo registrou as condições de diferentes trechos da estrada e divulgou vídeos nas redes sociais.
Balestrini resumiu a experiência afirmando que, para quem visita a região em caráter de aventura, a travessia pode ser vista como atrativa, mas que, para os moradores, a situação é uma tristeza.
Ao longo do trajeto, o influenciador mostrou áreas com predominância de terra, pontos de lama e dificuldades de tráfego. Segundo ele, embora existam placas indicando conclusão de obras em determinados segmentos, a pavimentação representa apenas uma parte reduzida da rodovia.
A Transamazônica ainda possui grande extensão sem asfalto, o que impacta diretamente a mobilidade e o transporte na região.
Durante os relatos, Balestrini mencionou que a precariedade da infraestrutura interfere no escoamento da produção agrícola, no transporte escolar, no acesso a serviços de saúde e na atividade comercial das cidades ao longo da BR-230.
Ele afirmou que, ao longo dos anos e de diferentes gestões federais, o cenário estrutural da rodovia permanece semelhante. O influenciador citou nominalmente ex-presidentes ao comentar que, independentemente de governos, não houve mudanças significativas na pavimentação total da estrada.
Segundo o relato, a limitação logística dificulta o crescimento econômico das localidades e reduz oportunidades de desenvolvimento, levando parte dos moradores a buscar alternativas em centros urbanos maiores.
Vídeo: @pedro__lise1/Reprodução

