Laudo toxicológico do IML (Instituto Médico-Legal) aponta que o empresário não consumiu álcool e drogas antes de morrer

Um laudo toxicológico do IML (Instituto Médico-Legal) aponta que o empresário Adalberto Amarilio dos Santos Junior, de 36 anos, não consumiu álcool nem drogas antes de morrer. A informação contradiz o depoimento inicial de Rafael Aliste, amigo que estava com a vítima quando ele sumiu.

A morte do empresário, encontrado em um buraco de obra próximo ao Autódromo de Interlagos, em São Paulo, ganhou um novo e intrigante rumo. Rafael havia afirmado à polícia que ambos beberam cerca de oito copos de cerveja e usaram maconha de desconhecidos no evento.
Na descrição para Polícia Civil de São Paulo, ele disse que Adalberto estava “muito nervoso, ansioso, agitado, muito eufórico” devido à mistura. Contudo, a delegada Ivalda Aleixo, diretora do Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), já considerava essa euforia “curiosa” para substâncias depressoras.

Com informações CNN Brasil

