Mesmo com o vazamento controlado, força-tarefa segue mobilizada no Distrito Industrial. Oito pessoas permanecem internadas, e um óbito é investigado pelas autoridades.

A operação montada para conter os impactos do vazamento de monômero de estireno na fábrica Innova, no Distrito Industrial I, zona sul de Manaus, entrou em uma nova fase nesta quinta-feira (16). Apesar de o incidente ter sido controlado poucas horas após o início da ocorrência, equipes de diversos órgãos estaduais permanecem mobilizadas para evitar novos riscos.
Participam da força-tarefa o Corpo de Bombeiros Militar do Amazonas (CBMAM), Defesa Civil, Polícia Militar, Secretaria de Estado de Saúde (SES-AM), órgãos ambientais e demais instituições do Governo do Estado.
Por que os bombeiros continuam no local?
Embora o vazamento tenha sido interrompido, o tanque onde ocorreu a ocorrência continua sendo resfriado de forma preventiva para evitar o aumento da temperatura e reduzir qualquer possibilidade de explosão.
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Segundo o Corpo de Bombeiros, aproximadamente 35 militares atuam na operação, utilizando canhões de água e equipamentos de monitoramento térmico a laser para acompanhar, em tempo real, a temperatura da estrutura.
Além disso, permanece interditado um raio de 300 metros ao redor da empresa. Uma nova avaliação técnica será realizada nas próximas 24 horas para definir quando as indústrias vizinhas poderão retomar suas atividades normalmente.
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Quantas pessoas foram atendidas?
A Secretaria de Estado de Saúde informou que o número de atendimentos relacionados ao incidente subiu para 149 pacientes.
Segundo a SES-AM, a vítima possuía histórico de doença respiratória crônica e, até o momento, não foi constatada relação direta entre o óbito e o vazamento de estireno.

