Documento foi enviado ao ministro Alexandre de Moraes

A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro informou ao Supremo Tribunal Federal que o irmão de criação de Michelle Bolsonaro não exerce função de cuidador, mas atua como apoio doméstico e pessoa de confiança da família.
Esclarecimento enviado ao STF
O posicionamento foi apresentado ao ministro Alexandre de Moraes após questionamentos sobre a presença de Eduardo Torres durante o período de prisão domiciliar do ex-presidente.
Segundo os advogados, o familiar não possui função técnica na área da saúde, sendo sua atuação limitada ao suporte cotidiano e à convivência próxima com a família.
Questionamento sobre qualificação
A manifestação ocorre depois que Moraes solicitou informações sobre as qualificações profissionais do indicado, destacando a ausência de comprovação de formação como enfermeiro ou técnico de enfermagem.
A cobrança foi feita no contexto da análise das condições para autorizar a permanência do familiar junto ao ex-presidente.
Relação de confiança com a família
De acordo com a defesa, Eduardo Torres mantém relação próxima com a família há anos e já presta auxílio desde 2018, após o episódio de atentado sofrido por Bolsonaro durante a campanha eleitoral.
Os advogados reforçaram que a presença dele tem caráter pessoal e de confiança, especialmente em momentos em que Michelle Bolsonaro não está presente.
O caso segue em análise no STF e envolve a definição das condições da prisão domiciliar do ex-presidente, incluindo quem pode ou não ter acesso direto a ele durante o período.

