
Aos gritos de “ela merece!”, Cleusimar de Jesus Cardoso foi recebida por amigos, funcionários e advogados na tarde desta terça-feira (29), no salão Belle Femme, em Manaus.
A recepção ocorreu após Cleusimar deixar o regime fechado e passar a cumprir pena no regime semiaberto, por decisão da Justiça do Amazonas.
O salão, localizado no bairro Parque 10 de Novembro, era ligado à filha de Cleusimar, Djidja Cardoso, ex-sinhazinha do Boi Garantido, que morreu em maio de 2024.
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Cleusimar Cardoso foi recebida por amigos e funcionários
A chegada de Cleusimar reuniu pessoas próximas, funcionários do estabelecimento e integrantes da defesa.
Durante a recepção, participantes comemoraram a progressão de regime e repetiram a frase “ela merece”.
A movimentação havia sido anunciada anteriormente pelo próprio Belle Femme, que divulgou um convite para marcar o reencontro de Cleusimar com familiares e pessoas próximas.
Defesa chama progressão de regime de “vitória”
Durante a recepção, a defesa de Cleusimar classificou a mudança para o semiaberto como uma vitória e destacou o comportamento dela durante o cumprimento da pena.
“É uma vitória da gente, até porque a dona Cleusimar ajudou, teve um bom comportamento. Dona Cleusimar nunca foi acusada de homicídio. Ela está cumprindo a pena dela. A gente acredita na liberdade e na inocência dela. Ela estará cumprindo todas as regras que a Justiça prevê”, declarou um representante da defesa.
A afirmação sobre a inocência representa o posicionamento da defesa.
Cleusimar continuará cumprindo regras determinadas pela Justiça
A progressão para o regime semiaberto não encerra o cumprimento da pena.
Cleusimar deverá seguir as medidas estabelecidas pela Justiça do Amazonas, incluindo monitoramento por tornozeleira eletrônica e restrições de circulação.
Entre as determinações estão o recolhimento domiciliar em horários estabelecidos e a necessidade de autorização judicial para deixar Manaus ou mudar de endereço.
Mãe de Djidja Cardoso deixou regime fechado
Cleusimar estava presa desde 2024. Em julho de 2026, ela foi novamente condenada a 10 anos e 11 meses de prisão por crimes relacionados ao tráfico de cetamina.
A progressão para o semiaberto ocorreu após a Justiça revisar o cálculo da pena e corrigir a data prevista para a concessão do benefício.
Com a mudança de regime, Cleusimar permanece submetida às determinações judiciais enquanto continua o cumprimento da pena.


