
Apesar da eliminação da Seleção Brasileira nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026, Carlo Ancelotti segue como o técnico de seleção mais bem remunerado entre os finalistas do torneio.
O treinador italiano recebe 10 milhões de euros por ano — cerca de R$ 58,2 milhões — valor que supera, com folga, a soma dos salários de Luis de la Fuente, campeão mundial com a Espanha, e Lionel Scaloni, vice-campeão com a Argentina.
Salário supera campeões da Copa
De acordo com os valores divulgados, Luis de la Fuente recebe 2 milhões de euros anuais (aproximadamente R$ 11,7 milhões), enquanto Lionel Scaloni tem vencimentos de 2,3 milhões de euros (cerca de R$ 13,5 milhões).
Somados, os salários dos dois treinadores chegam a 4,3 milhões de euros por ano, menos da metade do que a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) paga a Ancelotti.
Contrato vai até 2030
Mesmo após a campanha abaixo das expectativas no Mundial de 2026, Carlo Ancelotti teve o vínculo renovado com a CBF e permanecerá no comando da Seleção Brasileira até a disputa da Copa do Mundo de 2030.
A expectativa da entidade é que o treinador utilize o próximo ciclo para reconstruir a equipe e recolocar o Brasil entre os principais candidatos ao título mundial.
Campeões têm currículo vencedor
Luis de la Fuente chega valorizado após conquistar dois dos principais títulos do futebol europeu e mundial. Antes de levar a Espanha ao título da Copa do Mundo de 2026, o treinador já havia vencido a Eurocopa de 2024, resultado que garantiu um reajuste significativo em seu salário.
Lionel Scaloni, por sua vez, também acumula uma trajetória de sucesso à frente da Argentina. Além do vice-campeonato mundial em 2026, comandou a seleção na conquista da Copa do Mundo de 2022 e levantou duas edições da Copa América.
Ancelotti coleciona títulos no futebol europeu
Considerado um dos técnicos mais vitoriosos da história, Carlo Ancelotti chegou ao comando da Seleção Brasileira com um currículo repleto de conquistas.
Ao longo da carreira, o italiano conquistou cinco títulos da Liga dos Campeões da UEFA e venceu campeonatos nacionais nas cinco principais ligas da Europa: Itália, Inglaterra, Alemanha, Espanha e França. A experiência e o histórico vencedor foram fatores decisivos para a aposta da CBF no treinador.


