No beco Arthur Virgílio, bairro Vila da Prata, zona oeste de Manaus, sangrou até a morte, aponta laudo pericial.

Na ocasião do crime, a Rocam alegou ter sido recebida a tiros após denúncia anônima sobre tráfico e, o jovem foi morto durante confronto com os policiais.
Em vídeos compartilhados nos aplicativos de mensagens, moradores contestam a versão policial. As imagens mostram o momento em que um homem é rendido, algemado e retirado do campo de visão de quem filmava. Na sequência, ele aparece já morto sendo carregado pelos policiais no beco.
Em um relato à equipe da TV Diário do Grupo Diário de Comunicação (GDC), um parente da vítima acusou a Rocam de ter chegado ao local já atirando e executado o jovem após rendê-lo. Questionado sobre a presença de criminosos no beco, o familiar confirmou que havia pessoas com envolvimento com o tráfico de drogas, mas garantiu que João Paulo não era uma delas.
O parente reforçou que a inocência de João Paulo foi o motivo pelo qual ele não fugiu, diferentemente dos envolvidos com o crime.

