Nos bastidores, Nunes Marques é visto como um nome próximo da direita conservadora e religiosa

utoridades políticas e religiosas do Amazonas participaram nesta terça-feira (12), em Brasília, da cerimônia de posse do ministro Nunes Marques como novo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e do ministro André Mendonça como vice-presidente da Corte.
Entre os presentes estavam o ex-governador Wilson Lima (União Brasil), o deputado federal licenciado Silas Câmara (Republicanos), o deputado federal Fausto Júnior (União), os deputados estaduais Thiago Abrahim (MDB), Felipe Souza (Podemos), Comandante Dan (Republicanos), além do governador Roberto Cidade (União).
Também acompanharam a solenidade líderes religiosos da Igreja Evangélica Assembleia de Deus no Amazonas, entre eles o pastor Jônatas Câmara e o pastor Samuel Câmara.
Nas redes sociais, autoridades classificaram a cerimônia como um momento importante para a democracia brasileira e fortalecimento das instituições e da Justiça Eleitoral.
Durante a agenda em Brasília, integrantes da comitiva também realizaram visita ao advogado-geral da União, Jorge Messias.
Aproximação
Nos bastidores, a presença de lideranças conservadoras na posse de Nunes Marques foi vista como um gesto de alinhamento político e institucional com o magistrado indicado ao Supremo Tribunal Federal (STF) pelo ex-presidente Jair Bolsonaro.
Nos círculos políticos de Brasília, Nunes Marques e André Mendonça costumam ser associados ao grupo de ministros indicados por Bolsonaro e vistos como nomes de maior diálogo com setores da direita, especialmente ligados à pauta conservadora e religiosa.
A movimentação também ocorre em um momento de fortalecimento das articulações políticas para as eleições de 2026, o que aproxima parlamentares, governadores e lideranças religiosas em agendas de visibilidade nacional.



