Crimes foram cometidos contra frequentadoras da congregação e levaram à condenação em regime fechado.

Um homem que atuava como pastor evangélico foi condenado a 17 anos de reclusão, em regime inicialmente fechado, por estupro de vulnerável cometido contra frequentadoras de sua própria congregação, no Distrito Federal.
De acordo com as informações do caso, o réu se aproveitava da posição de liderança religiosa para se aproximar das vítimas, que eram frequentadoras da igreja.
Abuso ocorreu dentro do ambiente religioso
As investigações apontaram que os crimes ocorreram no contexto da relação de confiança entre o pastor e as vítimas, caracterizando abuso de vulnerabilidade.
A Justiça entendeu que houve gravidade nas condutas e determinou a condenação do acusado a uma pena elevada, com cumprimento inicial em regime fechado.
O caso reforça o alerta para situações de abuso cometidas em ambientes onde há relação de confiança e autoridade.

