Segundo ela, o prontuário da criança estaria registrado em nome de outra profissional

Joyce Xavier, mãe do menino Benício Freitas, de 6 anos, que morreu no Hospital Santa Júlia afirmou que o médico apontado inicialmente como responsável pelo atendimento e prescrição de medicamentos “não tem nada a ver com a morte” do filho. Segundo ela, a prescrição de medicamentos foi feita pela médica Juliana Brasil.
A família afirma ter sido vítima de falhas na assistência, incluindo a aplicação intravenosa de adrenalina em dose incorreta, procedimento que culminou em seis paradas cardíacas antes do óbito.
“Esse médico nada tem a ver com a situação. Quem atendeu o Benício foi a Juliana Brasil, a gente acredita que ela estivesse usando a senha dele no sistema ou ela trocou plantão com ele. A gente não sabe ao certo porque o nome dele saiu na prescrição, mas ele nada tem a ver com a morte do meu filho. Quem tem a ver a com a morte do meu filho é a doutora Juliana Brasil”, declarou a mãe de Benício.
A família questiona possíveis inconsistências nos registros e pede que todas as informações sejam apuradas com rigor pelas autoridades. Eles também cobram transparência do hospital na identificação dos profissionais envolvidos diretamente na assistência ao menor.

