Eduardo e Guilherme foram localizados horas após os disparos, em uma casa na Comunidade Celebridade; armas, munições e drogas foram apreendidas

Dois homens foram presos suspeitos de envolvimento no ataque a tiros que deixou um capitão da Polícia Militar ferido na noite desta quinta-feira (3), no bairro Novo Israel, zona Norte de Manaus. Os presos foram identificados como Eduardo e Guilherme.
O capitão foi atingido de raspão na região da perna durante os disparos e precisou ser levado para atendimento médico. Segundo as autoridades, ele recebeu alta e já está em casa.
A dupla foi localizada poucas horas depois do ataque, em uma residência na Comunidade Celebridade. No imóvel, policiais encontraram três pistolas, munições de calibre 9 mm, porções e três tabletes de drogas, duas balanças de precisão e dois celulares.
Ataque aconteceu durante preparação para comício
O crime ocorreu na Rua Jericó, onde uma estrutura estava sendo montada para a realização de um comício.
Segundo as informações divulgadas, dois homens que estavam em uma motocicleta passaram pelo local e efetuaram vários disparos. Um dos tiros atingiu o capitão da PM.
Após o ataque, equipes da Rocam, Casa Militar e do Departamento de Inteligência e Operações (DIOA) foram mobilizadas para tentar localizar os envolvidos.
Denúncia levou policiais até os suspeitos
As equipes receberam uma denúncia por meio do WhatsApp informando que possíveis envolvidos no ataque estariam escondidos em uma residência na Comunidade Celebridade.
Os policiais seguiram até o endereço indicado e encontraram Eduardo e Guilherme dentro do imóvel. Durante as buscas, foram localizadas as armas, munições, drogas, balanças de precisão e celulares.
Um dos homens presos utilizava tornozeleira eletrônica.
Questionado sobre o ataque, o suspeito afirmou que somente prestaria declarações na presença de um advogado.
Participação no ataque ainda será investigada
Os dois suspeitos foram encaminhados ao 19º Distrito Integrado de Polícia (DIP), juntamente com todo o material apreendido durante a ação.
Apesar de as prisões terem ocorrido poucas horas depois dos disparos, a participação efetiva de Eduardo e Guilherme no ataque contra o capitão da PM ainda não foi confirmada.
A Polícia Civil deverá analisar as armas apreendidas, os celulares e outros elementos reunidos durante a investigação para verificar se os dois tiveram participação direta no atentado.
As autoridades também deverão apurar a possível participação de outras pessoas e esclarecer a motivação do ataque.


